ADEP | RIO PAIVA | BARCO RABELO | FEIRA SÉC. XIX | RANCHO FOLC. | PARQUE DAS TÍLIAS | NOTÍCIAS | DIVULGAÇÃO | QUIOSQUE | BIBLIOTECA | ARQUEOLOGIA | FOTOGRAFIA | LINKS








PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2006


AMBIENTE

JORNADAS DO AMBIENTE.

Sob este tema, sugerimos a realização de diversas iniciativas, sendo que algumas o serão já em continuação do que se vem fazendo.

Pretende-se criar um espaço de reflexão e de debate sobre temas que são caros ao nosso ambiente e qualidade de vida e que deverão passar pela organização de algumas visitas, passeios a pé e de bicicleta, encontros e palestras abordando temas como o ordenamento do território do concelho e as acessibilidades, realidades incontornáveis como o Rio Paiva e seu futuro, o novo Plano Director Municipal e de Urbanização, a poluição, o saneamento e as ETAR'S, a nossa paisagem, a florestação e o urbanismo, a cultura, etc.

Visa-se com estas iniciativas a participação física e intelectual da população pois que são uma oportunidade de exercitar um dos mais elementares direitos de cidadania.

 

I - Visitas e passeios a pé.

Propomos continuar a organizar pequenos passeios guiados, a pé, ou de carro, à semelhança dos realizados em anos anteriores, a que chamamos "encontros com .histórias", e a dar assim oportunidade a quem queira fazer algum exercício físico visitar e conhecer alguns monumentos e locais com história, na nossa terra. O passeio deste ano deu a oportunidade aos participantes de conhecer a Pia dos Mouros e valores próximos, bem assim do que eram as nossas reiteradas reivindicações e propostas antes da devastação a que lamentavelmente foi sujeito.

 

II - Palestras e conferências

 

Abordando as mais variadas áreas a que nos dedicamos pensamos contar com a colaboração de diversos especialistas para tratar temas como:

a) Rio Paiva

É possível acreditar num projecto à escala regional, de desenvolvimento sustentado, assentando na singularidade ambiental e paisagística da bacia do Rio Paiva. Este Rio tem imensas potencialidades que podem atrair o mercado do recreio e do turismo. O Rio Douro e os milhares de turistas que o sobem anualmente, são uma realidade próxima que não pode ser esquecida. Recorde-se também que este habitat está classificado pela CE como rede natura 2000 .

 

b) Urbanismo, paisagem e florestação.

O tipo de construções, que nasceram nas últimas décadas, destinadas a habitação colectiva, e não só, descaracterizou os nossos centros históricos, bem como a tipicidade das nossas paisagens. As nossas autarquias, por exemplo, com especial responsabilidade a Câmara, não têm sabido adoptar medidas no sentido de potenciar a preservação e reconstrução das nossas antigas e bonitas habitações. E nem sempre as novas construções têm melhor habitabilidade e conforto. Haverá melhor qualidade de vida se as habitações forem mais frescas no Verão e mais quentes no Inverno, e isso pode ser conseguido com mais exposição solar. É necessário hoje valorizar esta e outras componentes ambientais para que haja mais conforto térmico nas habitações e menos custos de energia.

Também não tem havido a preocupação de dotar as habitações (sociais ou não) de hortas, jardins, espaços verdes e parques de estacionamento, como recomendam os nossos arquitectos, sociólogos e ambientalistas.

A beleza e singularidade da nossa arquitectura popular é uma mais valia que estamos a deixar perder. O exemplo deveria ser dado com o alojamento de serviços públicos, em edifícios recuperados para o efeito, em vez das soluções que tem sido encontradas, de recurso a mais betão e construção de raiz (vejam-se os casos do "caixote" que é o auditório da Quinta do Pinheiro e do "lego" acopolado ao Edifício dos Paços do concelho). Proporciona-se assim inevitavelmente o abandono, a degradação e desrespeito pelo nosso valioso património.

Também a singularidade da nossa paisagem, tão apreciada por quem nos visita, dada a beleza do matizado de cores, principalmente nas estações de Primavera e Outono, está a perder-se por causa dos processos de destruição do coberto vegetal, que embora sendo uma acção proibida por Lei, se vê ainda, infelizmente, com vista a reflorestação com eucaliptos (eucaliptização, como dirá o destacado ambientalista, nosso associado, Prof. Jorge Paiva).

 

c) - Saneamento.

Os esgotos continuam a correr a céu aberto em direcção às linhas de água (rios Douro, Paiva, Arda e Sardoura) e outros ribeiros desta região, sem que se projectem e construam ETAR´s - Estações de Tratamentos de Águas Residuais no nosso concelho.

 

2 - INICIATIVAS EM PROL DA MELHOR QUALIDADE DE VIDA

 

a) Promover a divulgação do que já sabemos sobre os perigos e cuidados a ter com o amianto. Produto cancerígeno que existe no fibrocimento. Se se encontrar degradado há probabilidades de libertação de fibras para o ar ambiente. Recomendável tomar medidas para evitar a degradação. Remoção quando a degradação seja evidente ou acessível a agressão directa, mas somente deverá ser efectuada por pessoal especializado. Fazer um levantamento dos edifícios públicos (escolas e outros), que possam conter amianto, uma vez que não há resposta, a pedido efectuado nesse sentido, pela ADEP à Câmara Municipal em meados de 2004.

b) Incrementar um sistema de compostagem no Parque das Tílias tendo em vista sensibilizar a população em geral, também a escolar, para esta prática hoje muito recomendada de reciclagem e aproveitamento de resíduos domésticos orgânicos utéis no auto-fabrico de estrume natural para jardins e pequenas hortas;

c) Acabar o inquérito iniciado em 2004 sobre o destino dos resíduos , da actividade industrial;

d) Dar o nosso contributo para a alteração ao PDM ;

e) Contabilizar o número de árvores de grande porte abatidas na região nos últimos anos e também o número de novas árvores plantadas;

f) Continuar a aceitar papel para reciclar ;

g) sensibilizar para que as passadeiras e lombas existentes sejam devidamente sinalizadas e que os condutores as respeitem;

h) Sensibilizar quem de direito para a iniquidade de se terem destinado algumas das nossas estradas , exclusivamente a automóveis. Não há passeios, nem espaços para eles, embora nalguns casos existam valetas. Vejam-se as estradas de Greire a Sardoura e do Bom Retiro à China.

i) Estudar alguns projectos para serem candidatados a apoio financeiro do Instituto do Ambiente;

 

Instalações

Parque das Tílias

"Vida no Parque, Viva o Parque"

1 - Pretende-se continuar a valorizar o Parque e a potenciá-lo para acções de sensibilização de defesa das nossas árvores, de incentivo para as práticas biológicas agrícolas e de jardinagem, bem como de fomento de iniciativas de recreio e lazer. Pretende-se cativar e motivar as escolas e outros grupos a visitar todo o espólio aí existente, agora mais valorizado depois da instalação dos fornos a lenha, do barco Rabelo e da Casa dos Engenhos.

2 - Continuar a iniciativa prática do " dia da árvore na ADEP ", que vimos realizando, convidando a população a doar plantas, árvores e sementes e a participar activamente, procedendo a algumas tarefas, a saber: - sementeiras, plantações, podas, enxertias, arranque de infestantes, e outras tarefas ligadas ao viveiro, jardinagem. e agricultura biológica.

3 - Proceder à aquisição e manutenção no parque de mais alguns espécies de animais.

4 - Dar sequência à abertura do bar no Verão e criar um ponto de encontro a partir da ideia de semanalmente se fazer uma cozedura de broa que estará disponível também para as visitas guiadas. É importante criar um espaço de encontro de gerações e de convívio que pode ter um forte apoio na área etnográfica e humana, como forma de divulgar esse potencial cultural, que corre o risco de se perder. Também aos jogos tradicionais podem e devem ter um importante impulso.

5 - Mantêm-se a nossa atitude de proporcionar o intercâmbio e cedência de espaços, com aptidão para hortas ou jardins, às escolas e instituições de terceira idade .

6 - Pedir colaboração a arquitecto por forma de dotar o parque de sinalética adequada à identificação e interpretação dos espaços e valências.

7 - Pretende-se renovar o protocolo acordado no ano passado com a Junta de Freguesia de Sobrado e que assegurou a limpeza bissemanal do Parque e das casas de banho, para que este espaço possa estar aberto ao público em geral.

8 - Em estudo ainda uma candidatura para renovar o lago, melhorar a vedação na zona poente e completar o socalco junto ao campo da bola, sendo que numa parte deverá continuar a bancada.

9 - Vamos continuar a apoiar cursos de formação profissional para desempregados.

 

Fábrica da Manteiga/ Frutuária

 

Oito anos não foram suficientes para que a Autarquia conseguisse arrancar com o projecto global que defendemos para o edifício da Antiga Escola Agrícola/Fábrica da Manteiga.

O concelho não têm feito os investimentos devidos na área da preservação e defesa dos nossos valores culturais. Entretanto imensos fundos têm sido gastos em "pseudomonumentos".

Temos dito que corremos sérios riscos de deixar cair por terra um projecto, de elevada valia, ao nível dos testemunhos dos nossos antepassados.

Continuamos a defender que este conjunto de edifícios, pela história, pela traça e arquitectura e pela sua localização, dado que inseridos no Parque das Tílias e numa área também ela, ainda, capaz de poder ser alargada, deverá no futuro constituir num espaço amplo que inclua o vale de Alvarigos, e um troço do Rio Sardoura. Aí existem hoje algumas quintas abandonadas, com algumas zonas arborizadas, vinhas e árvores de fruto, terrenos de cultura, matos e lameiros e onde há condições únicas para construir nele um espaço potenciador de actividades desportivas, recreativas de ar livre. Poderia, vir a ter uma ligação pedonal, à Quinta e mata da Boavista. São inúmeras também as actividades etnográficas rurais e de jardinagem que se poderiam desenvolver neste espaço amplo, com uma abordagem ambiental, à imagem de alguns parques de cidade. Há legislação para fazer nascer este projecto, veja-se o DL 794/76 de 5/11.

No imediato e pela nossa parte, defendemos para a área coberta, que é urgente e imprescindível a criação de espaços com dignidade para MUSEU (exposições e recolhas de etnografia e arqueologia), para um ESPAÇO AMPLO POLIVALENTE, PARA DANÇA, GINÁSTICA E RECREIO e ainda para um pequeno AUDITÓRIO .



Obras

 

No imediato vamos trabalhar para:

•  acabar a electrificação da Avenida das Tílias;

•  desactivar a sala do Cinema e transformar a sala num espaço polivalente;

•  construir uma rede de águas pluviais reutilizáveis no Parque;

•  terminar os trabalhos na Casa dos Engenhos;

•  terminar a instalação e reparação do rabelo;

•  adoptar uma sinalética global complementada com a informação necessária;

•  executar um levantamento topográfico do Parque e dos edifícios da antiga Frutuária que permita num futuro próximo a elaboração faseada de algumas candidaturas no sentido da recuperação e adaptação dos espaços dos nossos edifícios e parque por forma a instalar as nossas valências e complementares;

 

Os trabalhos referidos em a) e c) tem estado a aguardar a sua execução por parte da Câmara Municipal e correspondem a compromissos registados em acta que vem sendo sucessivamente adiados.

 

Arqueologia e monumentos do concelho

 

1. Estávamos a estudar a forma de proceder a escavações na Pia dos Mouros, conforme sugestão do Director Regional de Arqueologia do Norte, uma vez que haviamos manifestado interesse na reclassificação do referido monumento e local, tendo em conta a quantidade e diversidade de vestígios arqueológicos que aí vêm sendo recolhidos de há largos anos a esta parte. Tinhamos inclusive já feito um primeiro contacto com o actual Presidente da Junta de Freguesia de Sobrado, para sabermos dos eventuais apoios disponíveis o qual ficou de nos dar uma resposta ouvidos os outros membros.

Fomos uma vez mais surpreendidos pelas máquinas. As invasões a que vimos assistindo mostram-nos como ainda há projectos e interesses imobilários que fazem tábua rasa dos mais elementares valores do nosso património e ambiente. Foi dado conhecimento ao IPA - Instituto Português de Arqueologia, para que assumam de uma vez por todas as consequências do que naquela zona vem acontecendo desde o inicio das construções. Os alertas desta associação tem sido imensos ao longo dos tempos.

2. Dar-se-á continuidade aos esforços no sentido da montagem de uma sala permanente de exposição de materiais arqueológicos na sede da ADEP, com as condições mínimas necessárias para abertura ao público interessado enquanto não for possível usufruir de outros espaços, (conforme o que já ficou dito a propósito da Fábrica da Manteiga);

3. Serão envidados todos os esforços no sentido de que o novo Plano Director Municipal que resultar da revisão actualmente em curso, e dada a sua importância para a criação de mecanismos legais que permitam a preservação dos valores histórico-arqueológicos concelhios, contemple os dados que a Associação tem vindo a recolher ao longo dos últimos anos. Vemos com apreensão o futuro de locais como os de implantação de mais de meia centena de mamôas, os sítios de Vegide, Gondim, Portal da Serrada, Chafariz da Casa da Boavista, Adro-Real e outros.

4. Não obstante as prioridades enunciadas, procuraremos envidar todos os esforços no sentido de prosseguir o estudo e valorização dos inúmeros vestígios arqueológicos já detectados no concelho, nomeadamente chamando a atenção do IPA e do IPPAR.



SECÇÕES E COMISSÕES DE TRABALHO

 

A - O Rancho Folclórico

 

1 . Levada a cabo uma acção de avaliação, pela Federação do Folclore Português impõe-se tomar algumas medidas no sentido de corrigir e melhorar o desempenho do Grupo. Com os responsáveis, Álvaro Duarte e Manuel Moreira assessorados ainda por gente mais nova impõe-se agora traçar novas directrizes por forma a corrigir e alterar comportamentos, trajes, danças e cantares, assim como foi recomendado, tendo em conta o peso de perto de 50 anos de actividade do rancho e a responsabilidade de ser o único rancho federado no concelho. Foi pedida a colaboração aos senhores Domingos Quintas e Prof. António José ("Tó - Zé") que acederam no sentido de acompanharem a sua implementação e proporem à Federação as alterações necessárias.

2. Previstas várias actividades a levar a cabo:

a) Encontro e digressão pelo concelho para cantar as Janeiras;

b) Participação na nossa feira do século XIX;

c) Várias saídas por permuta com outros ranchos;

d) realização do já tradicional Festival no Parque das Tílias

 

B - A Feira do Sec. XIX

 

Esta iniciativa vai ao encontro das nossas raízes. Há cada vez mais artesãos de dentro e de fora do concelho a participar no evento. Continuamos a insistir no incentivo aos nossos residentes sejam eles artesãos sejam agricultores, criadores de animais ou de quaisquer outras actividades tradicionais. Impõe-se tomar algumas cautelas para que todos os participantes tomem consciência que o sucesso desta iniciativa está na aparência de verdade, recreando com rigor os trajes, a animação, a ruralidade da época, etc.

Esta iniciativa é muito importante ao nível pedagógico para os participantes, visitantes e componentes dos diversos agrupamentos folclóricos. Nesse sentido é imperioso que da parte da Câmara Municipal haja uma definição do interesse na iniciativa e no apoio para que atempadamente se possa programar. Tendo em vista esse objectivo também os grupos locais deverão ser apoiados em função do contributo que derem para a iniciativa

Entendemos que a feira, além de cartaz turístico, poderá ser ainda um importante veículo de sensibilização para outras áreas da cultura e projectos da ADEP em particular..

 


C - Biblioteca e Arquivo Fotográfico "Luís Lousada Soares" e Internet

1.Continuamos o importante trabalho de organização física e de ficheiro informático, sob a orientação do nosso associado Domingos Quintas Moreira.

2. Continuamos o trabalho de digitalização do nosso arquivo fotográfico e projecta-se proceder à encadernação da obra de Lousada Soares.

3. Editaremos os próximos calendários de parede. Aceitam-se sugestões para o próximo tema.

4. O novo endereço da nossa página www. adeppaiva.com deverá ser permutado com os mais variados organismos. Aceita-se a colaboração para a remodelação da respectiva página que foi transferida do antigo endereço http:// adep-net.planetaclix.pt .




D - Artesanato e Artes tradicionais.

Vamos manter por mais um ano a cedência do pavilhão de artesanato e o comodato da carpintaria.

 

E - Associados e Quotas

Vamos formar uma comissão para contactar pessoalmente os associados tendo em vista actualizar quotas, processos de pagamento e emissão de cartões de identificação.




F - Recolhas (etnográfica e numismática)

1. Agora que se encontram praticamente recuperados o lagar de vinho e os engenhos (de linho e de azeite) é igualmente necessário proceder sinalização, identificação e iluminação. A divulgação é o passo seguinte e para o qual deve procurar-se o empenho das escolas centros de apoio a terceira idade, autarquias e grupos de turistas.

2. É necessário estudar a melhor localização, de todo o restante espólio etnográfico.

3. Será continuado o trabalho de recolha e catalogação de moedas de escudo pela comissão de que é responsável o nosso sócio honorário Manuel Afonso da Silva.


G - Secção editorial


1 - Estamos a estudar a possibilidade de editar "O manual do linho", um trabalho de autoria do nosso associado Domingos Quintas, alusivo ao cultivo do linho que poderá ser melhorado com fotos de arquivo da ADEP versando a actividade e os utensílios.

2 - Vamos estudar a possibilidade de editar mais 4 ou 5 novos motivos de postais ilustrados , alusivos a aspectos paisagísticos do concelho ou limítrofes que possam ter interesse para serem colocados à venda também fora do concelho e quanto aos restantes materiais já editados vamos continuar a divulgá-los nos quiosques e feiras do livro do concelho, a saber:

 

I Para vender:

 

a) Livros de: Elementos para a História de Castelo de Paiva , da Dr. Margarida Rosa Moreira de Pinho

b) Postais ilustrados : Monte de São Domingos; Minas do Pejão; Sardoura (Anjo de Portugal), Igreja Matriz de Sobrado;

c) Vídeos/CD's: Minas do Pejão e Fotos da VI e VII e VIII Feiras do séc. XIX.

 

II Para oferecer:

 

Desdobráveis , sobre diversas áreas a que se dedica a associação, fruto, em parte, do importante trabalho que vem sendo executado pelo nosso colaborador João André Vieira, à medida que vão sendo informatizados os nossos arquivos e ficheiros, a saber:

Os moinhos e lagares da nossa memória; do Rio Paiva: a) Algumas espécies de flora e peixes; b) Algumas espécies de fauna répteis e anfíbios; Catálogo de árvores do Parque das Tílias; O Barco Rabelo "Douro Paiva" da ADEP e outras memória.

 

Foi discutido e aprovado por unanimidade, em reunião de Direcção, de 12 de Janeiro de 2006.

Presidente da Direcção. (Martinho C. M. Rocha Dr.)

 

Presente a sessão da Assembleia Geral de 28 de Janeiro de 2006, onde foi discutido e votado por unanimidade. O Presidente da Mesa, (António Henrique Noronha de Freitas)